* b ovo n int meta a c des fit pol motor t v ao br

/pol/ - Política

Nome
Opção
Comentário
Ficheiro
Embutir
  • Lê as Regras e o FAQ antes de participar.
  • Voltar  Arquivo 

    1559487621591.png  (17 KB, 275x183) ImgOps

     /#/ 2290

    alguem?

     /#/ 2291

    Já me considerei ancap, hoje não sei bem mas sou sem dúvida fã de um mercado livre e um estado pouco poderoso/inexistente.

     /#/ 2292

    Nunca cheguei a AnCap mas já fui mais minarquista do que sou hoje. Liberalismo económico não corrige os verdadeiros males da sociedade e o culto do capital é um maiores venenos.

     /#/ 2293

    >>2292
    Comete sudoku, ou então deixa de ser mariconço.
    Essa merda de mania de que há instituições inspiradas por entidades que têm a superior sabedoria sobre os males da humanidade e de como os superar; É absolutamente agonizante.
    Mete o teu etno-estado cristão onde o sol não brilha, mas vai pela sombra. Talvez pares de conjugar os teus problemas na terceira pessoa do plural quando o fizeres.
    Ou então continua a negar a realidade e a caminhar para a extinção, tal como dizes, mais vale não interromper um nabo que está a sabotar-se.

     /#/ 2294

    >>2293
    Mas isto agora é o /b/?

     /#/ 2295

    >>2292
    Não existe culto do capital.

     /#/ 2296

    >>2295
    Eu discordo. A operação totalmente desimpedida do mercado desloca o foco da sociedade dos valores tradicionais e da lei para o vil lucro. É por isso que hoje em dia tens a expectativa de sair ao Domingo e ir tomar um café descansado em vez de ser um dia para estares com a família ou fazeres tu o teu café e levar-lo num termo quando fosses dar o teu giro. Mais problemático são se calhar os diversos índices das bolsas de valor, onde não só a desregulação é sempre celebrada como ainda tens uma instituição dedicada a práticas de usura que são um bocado insidiosas e tanto quem está dentro como fora desses mercados estão impávidos e serenos com essas operações. O culto do capital não precisa ser algo literal, não precisas necessariamente de um templo para isso embora figurativamente eles certamente existam; o culto do capital é meramente o foco principal de qualquer agregado populacional cujo ordenamento jurídico seja suficientemente permissivo a este tipo de manifestações.

     /#/ 2299

    >>2296
    Danone, pára se faz favor.
    >vil lucro
    Lucro é lucro, a sociedade é uma construção mental amorfa na qual tu estás a depositar as tuas expectativas e a sair furado.
    Não o faças, ela nunca vai ajudar-te a fazer o que quer que seja, nunca será menos pota do que já é, a percepção de que a maneira tradicional é que era boa é uma distorção para te fazer sentir melhor com a tua dissonância.
    O mercado não é nada desregulado como afirmas ser. Eu por exemplo aos 17 quis ir trabalhar para Inglaterra, faltavam-me um 3 meses para completar os 18, já tinha o contrato feito mas quando ia assinar, o responsável apercebeu-se do facto no BI e recusou a minha aplicação, como o trabalho era sazonal não podia esperar mais 3 meses e tive de ficar um ano na pobreza.
    >Permissivo
    Para com quem?
    Essa tal massa amorfa?
    Bem talvez… Talvez esse colectivismo efeminado que castra o individuo ao exclui-lo seja definitivamente permissivo, mas não é certamente com vista ao lucro. Porque o lucro é algo pessoal e intransmissível, tu até podes criar tokens que representem o valor desse lucro e transmiti-los a quem bem tu intenderes, mas fazer lucro é ser criador, mas isso é pecado não é? Só a pota social é que pode decidir quem foi o bom menino que amochou e agora tem direito ao buraquinho da frente, e o pápá lá no céu é que decide e faz regrinhas, ai de nós pensarmos pelas nossas cabeças e transgredir a ordem perfeita.

     /#/ 2300

    >>2299
    >Danone, pára se faz favor.
    Não. As minhas opiniões são minhas e representam muitos anos de evolução constante e de leitura. Se algo te ofende particularmente, é mais produtivo simplesmente contrapores do que peticionares o meu silêncio.

    >Lucro é lucro, a sociedade é uma construção mental amorfa na qual tu estás a depositar as tuas expectativas e a sair furado.

    Nem todo o lucro é igual. Alguns lucros, danone, são mais iguais do que outros. Mais abaixo queixas-te de corporativismo e de como alguns indivíduos são barrados do mercado por motivos que apenas privilegiam o lucro de alguns agentes económicos. Portanto a tua objecção à minha linguagem colorida é no mínimo estranho.

    E se te interessa arguir que a "sociedade" é uma "construção mental amorfa", bem, sim, é um conceito que só existe no reino das ideias portanto tens razão ao dizê-lo, todavia imprimir expectativas neste sistema cuja praxe não é executada do mesmo modo de país para país ou até mesmo entre regiões não é algo ilegítimo. Tu podes e deves ter expectativas de qualquer sociedade, dizer o contrário é tolice.

    >O mercado não é nada desregulado como afirmas ser.

    O mercado é selectivamente desregulado. E quando é regulado, é sempre no sentido de barrar a entrada ao mercado a determinados competidores. Isto em si não é algo intrinsecamente errado, todavia acontece de modo a firmar a posição nos mercados de determinados agentes económicos. O teu exemplo de o mercado travar a entrada a menores de idade nem sequer abarca este facto, isso é simplesmente uma manifestação benigna ou pelo menos bem intencionada dos nossos valores modernos, por muito que isto impacte a prosperidade de alguns agregados familiares.

    >Para com quem?

    >Essa tal massa amorfa?
    No contexto onde empreguei o termo, para quem o sistema entenda ser permissivo. Tu podes pôr dinheiro na bolsa sem grandes entraves e acasalar moeda com moeda para fazer mais moeda sem todavia estares a produzir ou a empregar. Mas isto é o que qualquer pessoa "racional" faria em vez de ter dinheiro debaixo do colchão, é tê-lo diversificado em vários mercados mas nunca te investires na segurança laboral destas gentes nas indústrias pois o que te interessa é apenas o acasalamento, o cálculo frio e binário de se estás no verde ou no vermelho. O mundo num gráfico de velas é algo feliz e muito simples.



    O resto da tua posta é só passivo-agressiva e não tem nada por onde se pegue. Gasta menos tempo com insultos infelizes, eu não acho menos de ti só porque discordo da tua maneira de veres as coisas.

     /#/ 2301

    >>2300
    Faço já o mea culpa, a minha desculpa para o nervosinho que sou é que se fosse uma gaja hoje estaria com o xico.
    Felizmente não levaste a peito e deste-te ao trabalho de ver mais além do mau estado de espírito e por isso deixa-me congratula-te.

    Quanto ao assunto.
    Eu não entendo como a problemática de nos afastarmos daquilo que é prejudicial em direcção ao positivo pode ser alcançada a menos que nos realizemos de que a essência da nossa existência é anárquica e capitalista.
    Eu estou em crer que nada se ajusta e se conforma mais com a lei natural; Quando nós somos providos de livre arbítrio e procuramos a abundância através de ganhos marginais. Não existe nada mais universal que estes dois desejos.
    Tudo o resto é secundário.
    Incluindo a verdade.
    É legitimo enganar e aprisionar quem ou não entende esta realidade ou quem escolhe submeter-se à ilusão.
    Logo, eu não sou contra o corporativismo, tome ele a forma de nação, empresa, ou culto.
    Mas sou contra quem apregoa que existe algum bem tangível que advenha de algo que é concretamente Bom.
    Porque isso é uma falácia, o bem é subjectivo.
    Nem sequer existe.
    Por mais pseudo controlo que uma sociedade ou grupo de indevid(u)os exerça sobre uma pessoa(s), a as regras do ganho e liberdade vão estar sempre presentes e só elas reinam supremo.

     /#/ 2303

    1559506386559.webm  (314,86 KB, 854x480) ImgOps

    >>2301
    >a menos que nos realizemos de que a essência da nossa existência é anárquica e capitalista
    Bem, isso é uma presunção e peras. Eu discordo da parte "capitalista" mas admito livremente que somos seres proprietários, possuir bens materiais é da nossa natureza. Anarquia é que não, pois nós tendemos a agregar-nos e da coabitação e convivência com vizinhos e demais conterrâneos surgem regras. "Ah, mas anarquia não é a ausência de regras!" Certo, mas isso é um reino exótico da política que não tem muito exemplo prático por onde se pegue, e quando é que um simulacro dos poderes e funções de um estado é efectivamente um estado?

    Eu não discordo que grande parte daquilo que nos deve motivar enquanto humanos é tentar alcançar prosperidade, estar perpetuamente numa situação melhor do que as gerações anteriores a ti. Por diversos motivos isso não acontece, e concedo que muitos deles se devam ao estado e que nem tudo se esgota na suposta inépcia e inadequação do indivíduo. Porque temos carne para alimentar e porque subsistir está inexoravelmente ligado à nossa prosperidade, é claro que a busca por bens materiais é algo fundamental (a base da pirâmide de Maslow). Todavia…

    >Tudo o resto é secundário.

    >Incluindo a verdade
    Todavia as nossas motivações basilares coexistem com outras motivações que honestamente podem ser de maior ou menor importância. Eu discordo que a verdade seja algo intercambiável mediante a conveniência ou vontade dos poderosos, isso são só convenções cínicas modernas. E se pessoalmente tu aceitas que as coisas podem ser verdade ou mentira, a tua visão do mundo começa a ordenar-se; isto, claro, leva-te a rejeitar o anarquismo e a procurar a ordem nas pessoas e nações e até na religião se for esse o caso. A tua existência não é só uma barriga cheia ou uma barriga vazia.

    >É legitimo enganar e aprisionar quem ou não entende esta realidade ou quem escolhe submeter-se à ilusão.

    >Logo, eu não sou contra o corporativismo, tome ele a forma de nação, empresa, ou culto.
    Essa é uma opinião honesta. Eu não concordo mas também digo que é a única forma de ser logicamente consistente a defender o anarquismo e a tirania do Eu.

    >Mas sou contra quem apregoa que existe algum bem tangível que advenha de algo que é concretamente Bom.

    >Porque isso é uma falácia, o bem é subjectivo.
    As nossas opiniões divergem. O bem não é subjectivo e as coisas que te fazem feliz não definem o bem. Limitares a existência àquilo que viveste ou ao modo como as coisas te impactam é tontice. Só o facto de existirem outras pessoas e de existirem conflitos que em última instância são resolvidos judicialmente desprova essa posição pois compele-te a pensar em justiça. E acreditar que justiça nunca é justa mas a mera opinião do legislador é um acto de cinismo que te desumaniza. É possível ser justo e o bem existe tanto na justiça como fora dela.

     /#/ 2304

    >>2303
    Não te quero passar uma rasteira, mas foi isto que eu pensei ao ler "justiça" e o que vou dizer não é um argumento é mais uma paralela:
    O termo Justiça que tu empregaste vem clarificar o que eu o que eu estou a tentar dizer… A sua génese vem dos atributos dado pelos romanos a uma deusa por eles conceptualizada. Ainda que descritiva de um suposto bem para a sociedade, a suposição de que ela abrange a realidade em concreto é errada.

    Em relação ao solipsismo.
    Se o fim é estar emerso na comunhão com o outro então tudo o que se entrepõe entre essa catarse e o ego, deve ser eliminado, por isso é que é impossível ser objectivante bom.
    Podemos fazer algo que beneficie o outro, ser benevolente e ao mesmo tempo destruir aquilo que desconsideramos.
    O bem e a verdade são intangíveis, porque são maiores que o individuo.
    Por isso não devemos considerar que existe uma moral superior.

    >A tua existência não é só uma barriga cheia ou uma barriga vazia.

    Metafóricamente é; como é que tu podes pensar no certo ou errado antes de "encher a barriga"?
    O próprio ato de estar vivo,(para além de ser diferente de estar morto lol) é uma imposição sobre algo mais fraco e que serve de consumo para o mais forte.
    Como se pode derivar um sentido de justiça de algo intrinsecamente injusto?

     /#/ 2305

    >>2303
    cont.
    >Anarquia é que não, pois nós tendemos a agregar-nos
    E porem criamos separações físicas entre nós, e de classe e de outras tantas coisas mais.
    Se tu crias áreas privadas é porque queres reduzir a tua exposição ao risco dos maus comportamentos dos outros.
    E por isso é que vivemos numa anarquia.
    A tua familia o teu grupo não são anarquias(em principio) mas tudo o resto é. A altura em que se vivia com a tribo toda numa longa-casa tinha outros contornos, apesar de partilhares do espaço se alguém transgredisse tu iniciavas uma vendetta.
    O cheiro a mal está em todo lado e nós impregnados nele.

     /#/ 2325

    >>2299
    Isto

     /#/ 2335

    >>2290
    essa é a bandeira do Libertarianismo retardado do caralho

     /#/ 2336

    >>2335
    Relaxa, rapaz.

     /#/ 2389

    1560994244121.png  (94,97 KB, 800x600) ImgOps


     /#/ 2390

    1560994336045.jpg  (176,22 KB, 750x851) ImgOps


     /#/ 2391

    1560995781953.jpg  (15,08 KB, 480x360) ImgOps


     /#/ 2399

    1561039722218.jpg  (43,54 KB, 720x781) ImgOps


     /#/ 2400

    1561039786250.png  (97,97 KB, 900x600) ImgOps


     /#/ 2401

    >mais spam de mémés

     /#/ 3578

    >>2390
    a Islandia ja foi anarco-capitalista

     /#/ 3580

    >>3578
    O mundo inteiro é anarco-capitalista.

    Se pegares num barco e fores para alto-mar, estás efectivamente num regime anarco-capitalista, se matares alguém, não acontece nada, se plantares e consumires droga, também não. Não tens polícia para chamar e se ligares para a PSP ou GNR, ela não vem.

     /#/ 3581


     /#/ 3583

    >>3580
    argumento de merda

     /#/ 3585


     /#/ 3620

    Estou a ver muitas violações da NAP neste thread.

     /#/ 3625

    Imposto é furto!



    Voltar[Resposta rápida]
    Apagar Comentário [ ]
    * b ovo n int meta a c des fit pol motor t v ao br