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     /#/ 1806

    então manos valeu a pena esperar 13 anos?

     /#/ 1807

    Não. Ouvi a faixa ontem. É boa mas não traz nada de novo ao som da banda. Além do mais, não me parece trazer uma boa produção. Pode ser do YouTube, mas parece demasiado 'opaco'; comprimido; som da faixa. Merecia outro tipo de masterização.

     /#/ 1918

    Depois de duas semanas a ouvir o album posso dizer que não é uma obra de arte, mas caramba não consigo parar de abanar ao ouvir o instrumental, especialmente a guitarra, definitivamente o melhor trabalho do Adam Jones na minha opinião.
    Se este não for o último album da banda, ainda bem, se for, acabam em grande e deixam um valente repertório no mundo da música.

     /#/ 1919

    >>1918
    Quando ouvi parei a meio e não tive vontade de continuar. Isto vem de alguém que tem como musica favorita deles o The Pot.

     /#/ 1925

    >>1919
    Curioso, generalizando a maioria das opiniões, quem gostou do 10000 days também gosta bastante deste album, pessoalmente o 10000 days é o album que menos gosto e acho este bem superior.

    A meu ver só com duas músicas (Culling Voices e 7empest) tens dos melhores trabalhos do Maynard e do Adam Jones nesta banda.
    Mas também admito que a minha opinião pode ser suspeita, já tive fãs obstinados de Tool a olharem-me de lado por dizer que as melhores músicas da banda são a Stinkfist e a H.

     /#/ 1942


    Honestamente achei o album muito bom, apenas talvez ultrapassado pelo Aenima e Lateralus.

    parece-me que Adam Jones e o Danny carey brilham bastante comparando com os outros dois membros, ficam a faltar algumas basslines mais memoráveis e também queria ver um ou outro clímax vocal do maynard como na Grudge ou Eulogy (sbem que a idade não perdoa)

    Dito isto, destaco a Pneuma (top 5 deles tbh), Invincible e 7empest

     /#/ 1960

    Estou a ouvir o álbum agora.

    A primeira faixa poderia muito bem ter sido edita no último álbum. Nada de novo. A segunda faixa, meh. Até agora, nada fizesse merecer tanto tempo de espera. Vamos ver as restantes.

    Eu vi Tool ao vivo há uns anos atrás em Lisboa, num Super Bock Super Rock, juntamente com Deftones, Placebo, etc. A única banda de jeito em palco nesse dia foram os Tool (e sou fã dos Deftones desde início), com uma performance cinco estrelas. O Carey sozinho vale o dinheiro do bilhete. Eles foram uns monstros em palco. Muito bem. Tool é daquelas raras bandas cuja performance é quase igual ao registo editado. Para mim, isso é bom, pois detesto ver ao vivo uma banda incapaz de reproduzir o que edita.

     /#/ 1961

    Terminei. Melhor faixa do álbum: Descending. É o que eu digo: boa produção, excelentes músicos, mas nada de novo. Isso já era sabido.

    Não se entende o facto de terem estado tanto tempo parados. A única hipótese entendível foi criar os filhos (guitarrista).

     /#/ 1963

    >>1961
    O problema é que o trio demora imenso tempo a compor, pelo que o Maynard disse no podcast do João Rogério eles escrevem e reescrevem as músicas inúmeras vezes e quando dão conta já se passaram anos e anos sem lançar material novo.



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