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     /#/ 109950

    O que acharam do primeiro episódio danones?
    Eu já não sentia tanta ansiedade a ver um filme ou série há imenso tempo, o som e visual estão fantásticos e saber que aquilo é baseado em factos reais torna tudo muito mais horrífico.
    Excelente primeiro episódio na minha opinião.

     /#/ 1100

    Obrigado, OP, fui ver o episódio por causa da tua posta. Muito bom, a banda sonora estava no ponto.

     /#/ 1102

    ►YouTube embutido, clica para ver.
    Vi e foi um grande episódio. Genuinamente agonizante ver aquela gente toda começar a brilhar no escuro aos poucos e poucos. Quem tiver curiosidade que seja o podcast da HBO sobre o primeiro episódio da mini-série.

    Achei algumas cenas um bocado excessivas mas não vou biqueirar demasiadamente uma série de luxo como esta. No meio do lixo todo que é a televisão Norte-Americana, Chernóbil é uma autêntica pérola.

     /#/ 1103

    Não conhecia, mas até é um tema que me interessa e quando tiver tempo vou espreitar. Obrigado pela dica danone

     /#/ 1104

    Vi agora por causa da posta.
    Acho o tema interessante mas achei o episódio normal. Nao costumo ver muitas séries dos Muricanos para comparar, mas ficou um pouco aquém do hype com que fiquei ao ver os comentarios deste fio. Redpilem-me para continuar a ver sff

     /#/ 1105

    >>1104
    >Redpilem-me para continuar a ver sff
    Comunismo mau, mmmkay? Longa vida ao Partido, camarada.

    Eu gostei bastante. A cena de saberes que existe aquele veneno no ar a tornar tudo luminescente é como um terror invisível que paira sobre todo o episódio. E mesmo que não sejas acerrimamente contra comunas por serem objectivamente atrasados mentais, podes sempre entender toda esta falha como uma crise de uma organização face a um problema que era essencialmente imprevisível. Gostei imenso do episódio e estou entusiasmado pelo próximo episódio.

     /#/ 1106

    File: 1557433346495.png (1,78 MB, 1703x958) ImgOps

    >>1104
    Pessoalmente achei o episódio incrível porque me deu uma sensação de ansiedade incrível como eu já não sentia há anos com qualquer que seja o filme ou série de terror. É o facto de não haver um "monstro", "vilão" ou algo físico e tangível que torna aquilo tão assustador, da radiação não há como escapar. Quando vez aqueles homens em contacto quase directo com o núcleo sabes que não têm escapatória, depois vez as crianças a brincar com a cinza como se fosse neve, vez o ar a brilhar como se tivesse iluminação própria, é aterrorizante pensar que aquilo aconteceu mesmo.
    Toda a história em volta daquele acontecimento é morbidamente fascinante e esta série apesar de (obviamente) dramatizar certas coisas, acho que transmite muito bem os horrores que se ali passaram. E pensem nisto danones, este episódio foi só o início, as consequências imediatas ao acidente foram ainda mais horríficas, vamos ter uma bela montanha russa de emoções pela frente com esta série.

    E para esclarecer alguns anões, a série não é exclusivamente americana, foi uma parceria entre a HBO(americana) e a Sky(britânica).

     /#/ 1107

    >>1106
    >apesar de (obviamente) dramatizar certas coisas
    Dramatizaram o quê? O podcast deu a entender que tudo aquilo aconteceu tal e qual como é descrito, sem exageros. Só o diálogo é inventado, claro, porque tinha mesmo de ser, e muitas personagens são fictícias, mas segundo o podcast, essas personagens são criadas para emular relatos reais, e muitas das falas até são copiadas à letra da História.

     /#/ 1108

    File: 1557433736080.jpg (59,17 KB, 1024x908) ImgOps

    >>1106
    >vamos ter uma bela montanha russa de emoções pela frente com esta série
    Montanha Soviética, quiseste dizer.

     /#/ 1109

    File: 1557434472495.jpg (144,82 KB, 1703x958) ImgOps

    >>1107
    Eles dramatizaram eventos como por exemplo os 2 homens que foram abrir as válvulas, na série voluntariaram-se, na realidade foram obrigados, a nuvem enorme de fumo negro na realidade eram apenas umas pequenas nuvens de fumo branco, e isto são apenas dois exemplos, pormenores destes foram feitos em prol do drama mas não olhes para a série como uma recriação perfeita dos acontecimentos. Mas lá está, apesar disto a série é realmente muito autentica e é graças a isso que é tão assustadora na minha opinião.

     /#/ 1110

    File: 1557434656221.jpeg (54,02 KB, 700x516) ImgOps


     /#/ 1111

    É normal haverem certos exageros dramáticas em docudramas destes. Já referiram o fumo NF que não era aquela massa negra impossível, é uma forma de enaltecer o quão apocalíptico foi este evento. Também o pormenor das árvores por baixo da nuvem a acastanharem-se é uma liberdade dramática que os produtores optaram por incluir, não é necessariamente mau. Acho que o pior foi a cena do velho no búnquer, essa para mim foi a pior cena do episódio, não houve um pingo de subtileza ali. Claro que sabemos historicamente até onde levaram o controlo de danos de Chernóbil, mas creio que podiam ter sido mais neutros. Qualquer organização deste tipo está dependente de relatórios, e numa situação implausível deste tipo há um fio de comunicação que é necessário mas que logo de início foi cortado pois meter olhos no problema significava que precisavas de tornar alguém em papa de merda, só aí perdes horas vitais para lidar com a situação. Depois tens a resposta institucional que precisa de vir de um sítio de força e de confiança, francamente também não é algo tão irracional assim, até um governo não-comuna agiria de igual forma ou uma entidade privada ou o que seja. Acho que existe demasiado foco no bicho papão do comunismo, que não obstante toda a retardação histórica que essa criatura pariu neste mundo não foi propriamente responsável por isto.

    Estou desejando que cheguem à parte da limpeza do entulho e fecharem o sarcófago sobre o reactor. Só de me lembrar faz-me arrepios.

    >>1106
    >>1109
    Que raio de resolução é 1703x958?

     /#/ 1112

    >>1111
    >>1109
    Voluntariarem-se a mim parece-me mais uma desdramatização. E na série eles não foram propriamente forçados a ir lá, mas foram ordenados.
    Onde viste isso do fumo? No evento real houve um fogo, e foram chamados bombeiros para apagar esse fogo. O fogo deita nuvens de fumo branco?

     /#/ 1113

    File: 1557436674315.jpg (138,01 KB, 1703x958) ImgOps

    >>1111
    Não prestei atenção à resolução das imagens danone, são apenas uns prints que tirei de cenas interessantes. Porque perguntas?

    >>1112
    O fogo em si pode deitar fumo negro, mas foi apagado, o núcleo deitava fumo branco e em menos quantidade do que podes ver na pica relatada que mostra o fumo que está a sair directamente do núcleo

     /#/ 1114

    >>1102
    Nesse podcast eles falam mais dos eventos reais ou só estão a fazer um post-mortem ao episódio?

     /#/ 1115

    File: 1557437062858.webm (3,25 MB, 960x480) ImgOps

    >>1112
    >Voluntariarem-se a mim parece-me mais uma desdramatização.
    Sim, mas é uma liberdade narrativa. É o que creio que o danone quis dizer por dramatização, não tem necessariamente que ver com tornar mais dramático ou não. E seja como for, eles foram obrigados a ir.

    >Onde viste isso do fumo? No evento real houve um fogo, e foram chamados bombeiros para apagar esse fogo. O fogo deita nuvens de fumo branco?

    Sim, eles até referem que o telhado estava impermeabilizado com alcatrão, que queima com um fumo preto realmente. Mas no episódio tens um fumo persistente que se alastra ao longo de quilómetros. Vídeo relatado, é só um efeito dramático e nada mais. Não há nada de errado com isto.

    Vê isto, maninho: https://www.youtube.com/watch?v=Cc-vvhWXL9Q

     /#/ 1116

    >>1113
    >Porque perguntas?
    Desculpa, achei uma resolução um bocado atípica e fiquei a perguntar-me se era a resolução nativa do teu monitor ou se era mesmo a resolução do ficheiro que sacaste. Não faças caso.

     /#/ 1117

    File: 1557437446186.jpg (43,56 KB, 849x477) ImgOps

    >>1115
    Risos

     /#/ 1118

    File: 1557437457580.png (1,48 MB, 1703x958) ImgOps

    >>1114
    Falam bastante dos eventos reais, é uma boa adição ao episódio caso tenhas o tempo para ouvir.

    >>1116
    O ecrã é 1080p mas não tirei os prints com o leitor em ecrã inteiro e então ficaram com esta resolução manhosa.

     /#/ 1119

    >>1117
    Curti especialmente a parte da malta no helicóptero.
    >ZÉ, ZÉ… APROXIMA-TE MAIS!
    >GUINA MAIS P'RÁ ESQUERDA, ZÉ!
    >EIA C'UM CARALHO, OLHA SÓ O FUMO!
    >FODA-SE, GANDA CENA, 'TÁS A VER AQUELA GRAFITE A ARDER EM TERROR PÓS-APOCALÍPTICO??
    Metro: Last Light: The Beggining: The Falta De Noção

     /#/ 1120

    >>1119
    Há que ter noção da altura em que isso aconteceu, não bastava o facto de isto ter acontecido na união soviética, mas toda a população do mundo em geral não tinha bem noção do quão perigosa a radiação realmente é. Serve para mostrar a absoluta estupidez em volta de um acontecimento que tornou aquela zona inabitável durante 20 mil anos.

     /#/ 1121

    >>1120
    Isso dos 20 mil anos é propaganda anti-nuclear. Fukushima foi igualmente severo mas no entanto não ouves tanto alarido porque o impacto ambiental foi mínimo. Os elementos continuam radioactivos durante muito tempo, mas a zona de exclusão foi um controlo de danos e foi rapidamente apropriada pela máquina de propaganda internacional para fazer batalha em várias frentes distintas (nha União Soviética, nha energia nucleaaar, etc.). Vê os vídeos das excursões que fazem a Chernóbil hoje em dia e vê as leituras dos contadores G-M.

     /#/ 1122

    >>1121
    A zona ser inabitável não implica que seja impossível sobreviver lá, aliás, há gente que vive na zona de exclusão, mas é completamente inviável revitalizar a zona com todos os perigos inerentes ao material radioactivo deixado para trás e certas zonas ainda extremamente irradiadas, e nem vou falar das potênciais alterações ao solo para cultivar, etc, portanto não danone, a cena dos 20 mil anos não é um meme.
    Em relação à tua comparação com Fukushima nem vou comentar, deve ser a coisa mais idiótica que li hoje no xã.
    Cumpes

    P.S - eu sou a favor de energia nuclear, mas tu só estás a dizer baboseiras

     /#/ 1123

    >>1122
    >Em relação à tua comparação com Fukushima nem vou comentar, deve ser a coisa mais idiótica que li hoje no xã.
    Ambos sabemos que isso não é verdade. Mas explica-te.

     /#/ 1126

    >>1123
    A radiação libertada em Chernobyl foi 10 vezes maior que Fukushima, em termos de saúde, Chernobyl foi incrívelmente pior, em termos de mortes Chernobyl também foi muito mais grave, a única coisa realmente muito grave em Fukushima foi a quantidade de radiação libertada para o oceano pacífico e mesmo assim as consequências não foram tão graves como os mérdia na altura diziam que iam ser.
    É preciso dizer mais?

     /#/ 1127

    File: 1557483091202.jpg (52,01 KB, 299x398) ImgOps

    Bem, não conhecia e fui ver por causa desde post e adorei.
    Fiquei com alguma ansiedade, tentei-me meter na pele das pessoas.
    Eu não sou da área de ciências por isso não compreendo propriamente sequer o conceito de energia nuclear, pelo que vou agora pesquisar mais sobre isso, só que quanto mais leio, menos percebo.
    Peço desde já desculpa se as perguntas parecerem noobs, mas assumam que tenho 12 anos:

    1.O pessoal quando viu as particulas de radiação no ar, não sabiam o que era? Porque o governo escondeu o conceito de radiação, ou simplesmente não se sabia que a radiação se podia propagar assim no ar?
    2. O que está dentro do núcleo? Tipo gases e quimicos e merdas assim? Aquilo tá tipo a aquecer para fazer energia?
    3. Estava um género de uma chama azul quase até ao céu depois da explosão, são esses "gases" e merdas que estão dentro do núcleo?

    Vou agora ouvir esse podcast amigos.
    OP, um grande obrigado por esta série, és o maior.

     /#/ 1128

    >>1127
    1. Não, a população em geral não sabia. Ninguem sabe que essas particulas são grafite que vem >directamente< do núcleo e por isso mesmo era o material mais contaminado que havia.
    https://en.wikipedia.org/wiki/Nuclear_graphite#Behaviour_under_irradiation

    2. No núcleo não há gases. Há varas de combustivel sólido que se vão "queimando" como se fossem cigarros. A reacção (essa tal "queima") depende da quantidade de neutrões a voar pelo reactor (os neutrões atravessam materiais solidos sem problema). Para controlar a reacção existem reflectores de neutrões e moderadores de neutrões que são feitos de grafite. Ao inserires varas de grafite, estás a absorver neutrões e a atenuar a reacção. No mesmo núcleo há tubos de agua que passam por entre as varas de combustivel para extrair o calor da reacção. Como a reacção só estabiliza a 800ºC ou mais e a água entra em ebulição aos 100ºC, é preciso estar sempre a moderar os neutrões para não haver vapor dentro do reactor e explodir aquilo tudo. (vapor de água é perigosíssimo, expande imenso). Ao mesmo tempo o reactor está sob pressão para que a água possa chegar a temperaturas mais elevadas sem ferver. Isto aumenta o risco de explosão e a magnitude dessa explosão se algo correr mal. Por fim, é aproveitada o calor extraido pela água para produzir energia, mas convem usar sempre a mesma água porque esta está, claro, contaminada. O mesmo para o vapor. Chernobyl tinha uma camara de separação de vapor, que tinha de ser liquidificado novamente, para não largar vapor contaminado para o ar.
    https://en.wikipedia.org/wiki/RBMK#Reactor_design_and_performance

    3. A luz azul é radiação de cherenkov. Acontece quando electrões se propagam a uma velocidade superior à que a luz se propagaria nesse meio. Nada é mais rápido que a velocidade da luz no vácuo, mas num sólido, liquido ou num gas, a luz propaga-se mais lentamente (daí o fenomeno da refracção da luz, que muda de ângulo quando muda de velocidade) e por isso é possivel que particulas altamente excitadas possam ultrapassar a velocidade da luz nesse meio (mas nunca a velocidade da luz no vácuo, já que é a velocidade limite do universo). Em reactores acontece porque são produzidos muitos raios gamma que são raios de luz altamente energéticos que por sua vez colidem com electrões que são logo arrancados do atomo onde estavam, a velocidades doidas. (Electrões a voar assim chamam-se radiação beta, e é perigosíssima, tal como a radiação gamma, mas com um poder de penetração menor). A luz era visível no ar, porque esses electrões estavam a interagir com o vapor de água que estava a ser produzido no reactor aberto.
    https://en.wikipedia.org/wiki/Cherenkov_radiation

    Fonte: sou empregado de mesa. cumps.
    P.S.: Num reactor, quando as varas de combustível estão a ser consumidas, vão sendo produzidas dezenas de outros tipos átomos intermédios altamente instáveis e milhões de vezes mais reactivos (milhões sem exagero) que o uranio-235 nessas varas. Imagina isso a céu aberto.

     /#/ 1129

    File: 1557491939634.jpg (184,74 KB, 620x400) ImgOps

    >>1127
    >1.O pessoal quando viu as particulas de radiação no ar, não sabiam o que era? Porque o governo escondeu o conceito de radiação, ou simplesmente não se sabia que a radiação se podia propagar assim no ar?

    Tens de pôr em perspetiva que radiação em si no mundo da ciência é algo que só está em jogo desde o último século. A Marie Curie que foi pioneira nessa àrea morreu em 1934 por exposição a radiação e não faziam a mínima ideia que isso era algo que afetava os humanos de tal forma, pois é algo indetectável até ser tarde demais. Se não estou em erro ela dizia ser tudo absolutamente seguro e nem usava vestimento apropriado para trabalhar com tal. Imagina só ires trabalhar todos os dias a lidar com radiação vestido com roupa comum.
    As primeiras bombas núcleares foram detonadas apenas 40 anos antes disso.
    Obviamente os cientistas tinham a noção dos perigos, mas a população comum não está informada destas coisas, tirando o medo óbvio de bombas atómicas. Mas relativamente aos perigos adversos de exposição a radiação, o evento de Chernobyl foi essencialmente o que abriu os olhos à população comum é a ideia que eu tenho.

     /#/ 1130

    >>1129
    Isto. Chernobyl foi o abre olhos, foi um acontecimento que nos fez perceber o perigo da radiação e a importância da segurança nas centrais, mas infelizmente também virou a opinião da população (não só na união soviética mas em todo o mundo) contra a energia nuclear e o ambiente é que sofre com isso.

     /#/ 1131

    >>1128
    >>1129
    Grato!
    Vou agora ver um documentário sobre as causas do acidente, para me ajudar a compreender melhor.
    https://www.youtube.com/watch?v=ITEXGdht3y8
    (se alguem tiver um melhor, fico contente com a partilha)

    Parece que são só 6 episódios esta série :(

     /#/ 1135

    >>1128
    >A luz azul é radiação de cherenkov.
    Eles falam disso no podcast. Na verdade não era essa a causa, que pode acontecer a valores de radiação baixos, mas era ionização do ar (o mesmo efeito que causa os relâmpagos).

     /#/ 1137

    >>1135
    Ergo-me corrigido.

     /#/ 1138

    Estive mesmo agora a ver. Gostei bastante.
    Já tinha visto uns quantos comentários no jewtube. Lembro-me especialmente de um que tinha vídeos incríveis sobre os militares que limparam os pedaços de grafite que estavam espalhados pelo telhado. Heróis que nunca terão reconhecimento.

    Também sou a favor da energia nuclear, mas não é a energia limpa que dizem ser, nem que seja pelo facto de não sabermos o que fazer com o urânio usado (não deve ser bem este o termo a usar aqui).

     /#/ 1139

    >>1138
    Documentários, não comentários.

     /#/ 1141

    >>1138
    As últimas gerações de reactores são bastante seguras e relativamente pequenas, não há grande problema. E não sei se é meme ou não, mas consta que os reactores de tório são ainda mais compactos e seguros.

     /#/ 1166

    File: 1557775710152.png (133,17 KB, 780x435) ImgOps

    Para os danones que precisam de lavar os olhos depois daquele degredo que foi o 5° episódio de Game of Thrones, o episódio 2 vai estrear amanhã às 21h na Sky Atlantic.
    Cumpezões

     /#/ 1184

    File: 1557795445477.jpg (114,22 KB, 680x834) ImgOps

    >>1166
    O meu corpo está preparado

     /#/ 1190

    Anões, obrigado por este fio.
    Fui ver a série graças a ele e estou a gostar disto

     /#/ 1215

    File: 1557873199902.png (1,86 MB, 1703x958) ImgOps

    >OP aqui
    Mais um anões, não tão agitado como o episódio anterior mas aquela cena final até me deixou com os cabelos em pé só de pensar que fizeram mesmo aquilo, e aqueles absolutos homens loucos sobreviveram!
    Estou a gostar imenso da série, opinem!

     /#/ 1217

    >>1215
    Gostei da explicação sucinta mas fácil de compreender como se geram fissões nucleares no reactor e os principais componentes para desenvolver a cadeia de reacção.

    A nova personagem foi escrita a pensar nos milhares de cientistas que partilharam informacoes directamente com o exercito e o Legaslov de forma a travar a propagação da reacção.

    Muito bem até agora. Cada etapa do combate demonstra bem o panico e terror a enfrentar este apocalypse radioactivo e os momentos de horror sao absolutamente kinos.

    E embora seja uma critica brutal ao estado miseravel da Uniao Sovietica tenta destacar com coragem e virtude os herois que lutaram ate ao fim para prevenir uma tragedia horrivel na Europa

     /#/ 1227

    File: 1557883610266.jpg (475,47 KB, 1280x640) ImgOps

    Vi o episódio. Já não fiquei tão bem impressionado. Inicialmente pensei que terem retratado os políticos daquela maneira tinha sido um deslize dos escritores e que isto não seria uma série que se ia focar tanto nos comunas como no acidente propriamente dito. Mas parece que isso era bom demais para ser verdade. Já neste episódio, tens mais caricaturas de comunas a ameaçar cientistas porque aparentemente a realidade é agora isto. Depois tens uma personagem nova que é essencialmente, segundo os argumentistas da série, "uma amálgama de toda a comunidade científica que se juntou para tentar resolver o problema", mas como nuance e verdade histórica não parecem interessar muito à HBO, claro que a cientista milagre é uma gaja que está ali para revelar os problemas todos e divisar as soluções todas. Estragou significativamente a minha imersão, enfim.

    Não fiquei muito impressionado. A escrita nesta série é um bocado fraca e chateia pois nota-se um certo esforço por recriarem incidentes como a queda do helicóptero e outras coisas.

     /#/ 1242

    >>1227
    Pronto, tinha de vir o comuna amuar porque a série mostra a incompetência da União Soviética. O burocratismo, a lavagem cerebral e o medo foram exactamente as principais razões que levaram a que situação se fosse deteriorando e isso é patente em praticamente todas as investigações conduzidas acerca da resposta dada em Chernobyl. Essa mesma ameaça que tu referes foi bem real, com muitos dos cientistas a serem ameaçados de morte na altura porque a União Soviética queria conter o incidente (como tentou conter muitos outros até a sua dissolução - Lago de Karachay é só um exemplo mas há muitos mais) e só não o fez durante mais tempo porque os Suecos pouco tempo depois - de fora e sem contactos - perceberam o que se estava a passar.

    A crítica à nova personagem é válida mas compreendo as decisões dos argumentistas - já na sala de operações parece complicado construir vários personagens em torno do Gorbachev quando eles estão a tentar resolver o problema, nem quero imaginar ter pelo menos uns 5 académicos diferentes (no mínimo) até ao fim da série a discutir somente as estratégias de física e militares.. seria uma autêntica confusão narrativa para os espectadores.

    E já agora, a tal cena que te referes não aconteceu daquela forma nem naquela altura. Embora concorde que esteja muito bem escrita (porque a ideia de quem a escreveu - presumo eu - é mostrar como os brutais níveis de radiação interferem e destruem os componentes elétricos levando o helicópetro a despenhar-se), na realidade o piloto deu com a cauda numa grua que estava a fazer trabalhos e perdeu o controle (nessa altura, 6 meses depois, a radiação emitida já tinha sido parcialmente suprimida pela neutralização por areia, cimento e borão e estavam em fase de preparação do sarcofágo).

     /#/ 1243

    ►YouTube embutido, clica para ver.
    >>1242
    Não foi com a cauda, foi tal e qual como no episódio, o piloto estava a sofrer por causa da radiação, distraiu-se e bateu com as hélices principais no cabo da grua, se prestares atenção a essa cena do episódio vais ver que o acidente está mesmo muito semelhante.

     /#/ 1244

    >>1243
    Tens razão, ele ficou preso nos fios da grua. Mas aquilo não foi da radiação. Pelo menos na altura, não foi essa a conclusão retirada do despite.

     /#/ 1245

    >>1244
    O que eu li foi que o acidente aconteceu porque o piloto já andava naquilo há imenso tempo, começou a sentir-se mal por causa da radiação, distraiu-se e não viu os cabos da grua, mas não vou teimar danone acredito que sejas tu quem tem a razão.

     /#/ 1246

    >>1242
    Não estou a amuar por causa da nha União Soviética, camarada. Eu sei que há uma componente política e burocrática desde incidente que é inescapável se quiseres te manter fiel à letra da história. Mas a cena é que é fácil gozar dos comunas e até vilificá-los, mas isso é o que um argumentista sem talento faz. Foda-se, é que qualquer coisa é "Tudo pelo Partido, nada contra o Partido", ou então "eu era sapateiro xDDD" ou pior "'tás aqui a falar mal e eu atiro-te do helicóptero". Haja paciência. O Scorsese uma vez disse uma cena que me ficou na memória, que no processo de produzir um enredo para ele era importante não julgar os objectos que ele está a retratar, que é mais importante deixar os actos e falarem por si e humanizar as pessoas. Esta série por um lado esforça-se por documentar os diversos incidentes como a queda do helicóptero (apesar de eu ter ideia de ter sido mais como o >>1245 referiu senão a equipa que filmou mesmo por cima do reactor tinha ido toda para o caralho também) mas por outro tens o cartoon dos camaradas a camaradarem, enfim.

    A cena da gaja eu nem comento. Parece-me super cínico independentemente de ter sido um artifício narrativo "necessário" ou não. A gaja que chega lá à campeão e sabe dos pormenores todos da merda da fábrica, tem uma rede de contactos com quem fala em código, deduz imediatamente o problema e a origem, etc. é um bocado demais para a minha cabeça.

    Não fiquei muito impressionado com este episódio, lamento dizer.

     /#/ 1247

    do caralho, ser de esquerda mata!

     /#/ 1257

    Eu como sou um burro do caralho e não conheço nada do desastre pensei que o gajo mandou-se direito à grua por causa do fumo

     /#/ 1258

    File: 1558014142298.gif (3,24 MB, 200x200) ImgOps

    >>1246
    >>1227
    No podcast o gajo explicou que a essa "Heroina" que aparece era na realidade um conjunto de cientistas, e que eles meteram uma mulher no papel para demonstrar que havia maus mulheres na área da fisica nuclear na União Sovietica, do que homens.
    Ou seja criou uma personagem para não criar confusão como disse também aí um Anon. Por um lado compreendo, por outro também era importante na série (porque acho que desta tragédia, vai ser das coisas mais vistas), haver uma menção aos nomes de todos esses cientistas e dar a entender que foi um grupo de pessoas. Por exemplo, era fácil na série se ela aparecesse como "porta-voz" desse grupo. Não ia chegar à campeão e saber os pormenores todos, simplesmente "tinha-se reunido com vários cientistas" e ela estava ali a dar o report das conclusões deles todo.

    >>1243
    Realmente a única grande diferença é que não há fumo preto (como aluns anons já tinham dito aqui). Mas também acho que isso é tudo uma questão de dramatização da narrativa, para ter um impacto visual maior, né zés?

    .

     /#/ 1259

    >>1258
    >e que eles meteram uma mulher no papel para demonstrar que havia maus mulheres na área da fisica nuclear na União Sovietica, do que homens
    Não sei dessas coisas, mano. Sei que a União Soviética tinha muitas cientistas brilhantes. Mas quando vejo a HBO retratar as coisas desta maneira sumária e francamente económica, só consigo mesmo detectar o cinismo. Se calhar estou estragado, não sei.

    Obrigado por me lembrares para ouvir o podcast.

     /#/ 1261

    File: 1558024677920.jpg (95,83 KB, 955x960) ImgOps

    >>1259
    Ele explica isso, e acho que ouvir o podcast te vai deixar "mais descansado"

     /#/ 1263

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    Estou a gostar bastante da série, é das poucas (de momento nem me lembro de mais nenhuma) que me consegue transmitir algum sentimento de ansiedade que as pessoas reais devem ter sentido. A cena final foi absolutamente brutal.
    Não concordo com o anon que criticou o tom político, eles até mostram o Gorbachev bastante sensato, tal como o Shcherbina depois de tomar noção da gravidade da situação.

     /#/ 1266

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    >>1259
    Só tás a ver o copo meio-vazio. A série tem feito um esforço notável para retratar os feitos heróicos das pessoas que sacrificaram a sua vida para travar o maior desastre nuclear da história. Tenho quase a certeza que os mineiros e os liquidadores não vão desapontar.

    Quanto à cena da gaja acho que é demasiado exagerado a berraria que vai acerca dessa decisão (não é só aqui). Eu acho que anon >>1258 tem razão quando diz que podiam dado o crédito em 5 minutos na série a muitos outros cientistas em vez de remeter para o podcast mas é natural que seja quase impossível retratá-los de forma fidégna na série. Ainda temos a escavação do túnel para colocar o sistema de refrigeração, a limpeza dos detritos com os robots para criar o sarcófago, o primeiro contacto com o corium e provavelmente a hora zero em apenas 4 episódios.

    Já agora aqui ficam umas fotos comfys se quiserem ver material histórico do incidente.

    https://imgur.com/a/TwY6q

     /#/ 1267

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    >acq nunca irás olhar a Core-chan nos olhos
    Para quê viver, camaradas?

     /#/ 1268

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    >>1266
    Eu até percebo a cena deles. É uma minisérie de 6 episódios, não há muito tempo para documentar todos os participantes. Mas em vez de aglutinarem tudo no Legasov, lá acharam que deviam ter uma heroína que não tem medo de camarada nenhum. Eu sei que estou a ver o copo meio-vazio e admito que é mais defeito meu do que outra coisa, mas não me censures por ver cinismo nestas decisões nos tempos que correm e que tudo é desculpa para picar mais um bocadinho ou introduzir uma mensagem política desnecessária e desgastante. É que tirando estas coisas que me chateiam, é realmente uma série de luxo e é refrescante ver uma produção destas no meio da lixaria toda que nos dão para comer. Também estou a par das "discussões" fora do antro com variáveis níveis de histeria, mas francamente não condeno ninguém por também já estar escaldado destas merdas. São os tempos em vivemos, danone.

    Não quero tornar isto "político". A série, como disse, é boa. E francamente o que eu mais quero é merdapostar um bocadinho sobre visões do Apocalipse com os meus maninhos. Esta série tem inspirado grandes memes.

    https://www.youtube.com/watch?v=M0D7MBBI2Ik

     /#/ 1273

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    >>1268
    Camaradas, socorro. Eu quero uma fofinha reactor mas não consigo olhar para ela sem corar. O que fazer??

     /#/ 1402

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     /#/ 1407

    Então e esta semana?

     /#/ 1408

    >>1407
    deu ontem o episódio 3

     /#/ 1410

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    >>1402
    >Top 10 piores apostas Placard

     /#/ 1411

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    O que é que achámos do episódio desta semana, rapaziada?

     /#/ 1412

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    >>1411
    Tudo em ordem neste episódio camarada, mais um em que nada aconteceu! Reactores RBMK são impossíveis de explodir logo não há drama. Acho incrível como conseguem esticar uma série em que literalmente nada acontece durante 3 episódios. Estou à espera que algo aconteça em chernobyl mas como todos sabemos é impossível reactores RBMK explodir logo não vejo que dramas possam conseguir. Aguardo pelo próximo.

     /#/ 1413

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    >>1412
    Este camarada percebe.

     /#/ 1414

    File: 1558456214106.jpg (70,29 KB, 640x360) ImgOps

    a série é em russo?

     /#/ 1415

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     /#/ 1416

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    >>1414
    Não. Nem sequer se dão ao trabalho de fazer sotaques engraçados e o reactor literalmente nunca explode. Série de merda sinceramente.

     /#/ 1417

    >>1412
    como assim não viste mineiros nús? eu vi. montes deles. baseados mineiros, os patrões daquela merda toda!
    por outro lado, o grande acontecimento já foi, agora imagino que o resto da série seja toda mais sobre o damage control (censura) do KGB que vai dar eventualmente à falta de apoio às famílias das vítimas e o silenciamento de quem quiser estrabuchar sobre isso.
    mas sim, foi um bocado mais paradote, vou ouvir agora o podcast deste ep pa ver qual foi a ideia do autor.

     /#/ 1418

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    >>1417
    >como assim não viste mineiros nús?
    Bem, não seria o paraíso dos trabalhadores se eles estivesse de cuecas, não é?

     /#/ 1419

    ►YouTube embutido, clica para ver.
    >>1416
    assim perde a graça toda…
    cumps

     /#/ 1420

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    Geralmente gore em filmes e séries não me atrapalha mas puta que pariu esta série anões, senti-me genuinamente mal disposto depois de ver aquele bombeiro com a pele negra.
    É mesmo infeliz isto ter acontecido, mais valia terem tido misericórdia e espetar um balázio a cada um para parar o sofrimento.

     /#/ 1421

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    >>1420
    Espera só até chegar ao destino da gaja. Pica relatada, a diversão só está a começar, camarada.

    A cena do funeral foi brilhante. Caixões de chumbo pingados com solda e regados generosamente com betão. Puta de impressão. E bom pormenor em terem usado o terreno adjacente ao cemitério não fosse a radiação acordar uns quantos zombies.

     /#/ 1422

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    Neste episódio, voltou a irritar-me a tontice da cientista maravilha estar sempre por cima das situações todas e ter sempre as respostas mais correctas (como o caso dos 40% chance do elemento radioactivo corroer o chão até aos lençóis freáticos), mas acho que o que me chateou mais foi o COMUNISMO LOL todo. Não sei por que é que o KGB achou que devia prender a melhor cientista do mundo e quiçá da URSS depois de ela mandar vir com a parva da médica que deixou uma mulher grávida estar em contacto com gelatina radioactiva, foi completamente estúpido. E já agora a cientista saber que a outra puta estava grávida porque ela não só é uma cientista brilhante e destemida como ela também é uma mulher que sente coisas, meus caros camaradas.

    Acho que a série é mais ficção histórica do que documentário. É só mesmo uma questão de ajustar as expectativas.

     /#/ 1423

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    >>1422
    >E já agora a cientista saber que a outra puta estava grávida porque ela não só é uma cientista brilhante e destemida como ela também é uma mulher que sente coisas, meus caros camaradas.
    Calma marujo, ela viu a pica relatada. Não sentiu "cenas de melheres".
    Also, o kgb quer conter informação e ela disse que ia dar à língua. Parece-me óbvio.

    Ela é uma personagem fictícia e está a condensado nela um monte de histórias de todos os outros cientistas sem nome, e sim é mulher cheia de mulher-power, e sim também há dedos a apontar a aspectos dessa personagem. Mas tu maninho, ficas tão gatilhado com ela que começas logo a ver incongruências onde não as há. Também vês incongruências onde as há, certo, como os 40% e ela estar sempre certa, mas acabas por diluir tudo nas outras cenas sem nexo que mandas. Tem calma mene, Aprecia série um bocado.

     /#/ 1424

    File: 1558471042511.jpg (189,34 KB, 720x720) ImgOps

    >>1423
    Eu bem sei que isto é defeito meu, mas fico sempre com um pé atrás com entretenimento televisivo. Acho que já é tarde demais para eu corrigir este meu problema. Eu sei que ela tinha visto essa cena, mas o que é que uma gaja sem família, sem relações amorosas e presumivelmente não muito sociável saberia como interpretar esses sinais tão imediatamente?

    É preciso ajustar um bocado as expectativas. Parece claro que não existe o interesse em aderir estritamente ao facto histórico, e embora nos podcasts digam o contrário, a série tem uma componente política semi-ficcional que é tão ou mais importante que o incidente propriamente dito. É só uma questão de ajustar as expectativas, como disse. Pois de contrário nem séries boas como esta eu seria capaz de apreciar.

     /#/ 1425

    >>1421
    Sou o OP, eu sei bem o que aconteceu mas ver é outra coisa totalmente diferente

     /#/ 1426

    >>1424
    >Pois de contrário nem séries boas como esta eu seria capaz de apreciar.
    Pronto isso é que interessa.
    >uma gaja sem família, sem relações amorosas e presumivelmente não muito sociável saberia como interpretar esses sinais tão imediatamente?
    Isto não sei se compro. Na altura não havia nerds nem socially awkwards nem nada dessas coisas modernas, muito menos na russia. Nem andavam distraídos a olhar para espertofones e a espumar da boca. Acredito que o indivíduo mais coninhas dessa era dava 15 a zero ao comum sojaboi dos tempos modernos. Cada país ainda tinha ainda a sua cultura forte e a malta ainda tinha os olhos para ver e a cabeça para pensar rápido.
    Pelo menos é assim que justifico isso. Para a altura, pareceu-me adequado.

     /#/ 1427

    >>1412
    Porra que é difícil perceber esta merda. Os reactores RBMK não podem gerar uma explosão nuclear - daí que praticamente ninguém perceba o porquê daquilo ter rebentado. Mas a verdade é que o design do reactor - cujo informação era praticamente desconhecida por quase toda as pessoas, inclusivé engenheiros - é acaba por ser o principal culpado.

    Como tens um coeficiente de vazio positivo e o teu reactor não está submergido em água, ao aumentares energia do reactor sem teres varas de controlo para absorver o excesso de neutrões, o excesso de vapor produzido aquece ainda mais o reactor o que faz com aumente ainda mais a velocidade de fissão da reacção no vapor. O objectivo dos russos era conseguir poupar na água, diminuíndo assim os custos com o sistema de refrigeração, que normalmente é o controla a reacção, evitando que caso este se descontrole, que haja neutrões para a alimentar.

    É um pouco difícil de perceber mas eu compreendo que quem não soubesse como os reactores estavam desenhados isto pudesse passar ao lado.

     /#/ 1428

    >>1422
    Foda-se mano isso já tá te a fazer mal à cabeça. A gaja é posta no sítio por praticamente toda a gente e orientada, de forma simpática, pelo Legalov. Este tipo de choro já parece as putas da feminazis no twitter com as séries ou filmes quando não mostram as mulheres em situações "priveligiadas" ou os pretos quando começam com as quotas de merda porque "muh racism". Chega a ser doente ver este tipo de discurso dos dois lados.

     /#/ 1429

    >>1411
    Achei que continua cada vez mais forte. Lá travou os delírios da nova personagem, o que achei que fosse um momento muito self-aware do realizador da série, e continua a enaltecer, e MUITO BEM, os heróis que se sacrificaram para parar o desastre (no mini-podcast pós episódio o foque de discussão foram só os mineiros).

    Achei que os momentos entre o casal foram super intensos, com o gajo progressivamente a transformar-se em papa e ela sempre do lado dele, mesmo naquele estado absolutamente miserável, sem nunca desistir e querer acreditar no que ia acontecer. A parte emocional foi muito bem conseguida - em linha com a evacuação de Prypriat ou a ponte da morte.

    E continuo na minha. Ainda há muita coisa boa pela frente. A manter este nível fica como uma das melhores séries que alguma vez passaram na televisão.

     /#/ 1430

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    >>1427
    Este mano percebe. O reactor não explode. É literalmente impossível. Os tontos que dizem viram grafite espalhada no telhado estão literalmente em delírio.

     /#/ 1431

    >>1428
    Gato escaldado de água fria tem medo. O meu maior problema NF é a minha voluntariedade em admitir a minha paranóia em relação a este tipo de cinismos modernos, pois a concessão que faço numa admissão jocosa da minha vigilância excessiva é geralmente entendida como um sinal para contra-atacar com aquele remate típico do "epá, no centro é que se está bem, como eu e o resto dos iluminados". Admito livremente a minha hipersensibilidade em relação a este tipo de coisas, não admito, contudo, estar errado ao fazê-lo. Disse já que não quero nem vou estragar este fio com politiquices visto que isto é uma boa série e quero postar uns mémes apetitosos com os meus camaradas, mas se porventura crês que eu estou em erro ao reparar nestas coisas, considera talvez que aquilo que eu vejo demais é aquilo que tu vês de menos.

    >>1429
    >A manter este nível fica como uma das melhores séries que alguma vez passaram na televisão.
    É preciso dar o desconto visto ser uma minisérie, é uma produção muito mais coesa. Eu não chegaria ao ponto de dizer que é a melhor série de sempre, mas está sem dúvida lá em cima. Tenho apenas pena que os constrangimentos horários sentem-se, e portanto tiveram que sumarizar muita coisa e condensar demasiado os eventos e as personagens. Acho que é uma série que extravasa demasiado para a ficção histórica em vez de ser a minisérie documental que aparenta ser, e embora não deixe de ser agradável à sua própria maneira, acho que mais uns episódios e mais interesse em retratar fidedignamente o incidente e os eventos envolventes teria sido uma melhor abordagem.

     /#/ 1436

    ►YouTube embutido, clica para ver.

     /#/ 1439

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    Eu gostei, mas:

    1. Percebi que houve realmente um cientista (aquelas dezenas que a gaja está a representar) que foi preso pelo KBG porque andava a dizer coisas que não devia. Irritou-me um pouco porque acho que neste caso o nome devia ser mencionado (e foi, mas no podcast).
    2. A cena da história de "amor", neste episódio deu para perceber porque é que fomos com o personagem até moscovo… Porque tínhamos de o ver em estado terminal e como ele foi enterrado. Completamente surreal. Ao que parece o outro estava mesmo sem cara, e essa cena nem sequer foi incluída, após terem visto os "testes" de maquilhagem. Fiquei triste de ter lido o desfecho da história aqui… Conhecia pouco sobre este desastre, e não sabia que a bebe tinha morrido :(
    Sinceramente, fico triste quando vejo isto, com receito também.

    Acho que foi no segundo ep, que a cidade é evacuada, e eu comecei a imaginar, e se isto acontecesse agora, em Portugal (imaginando que existe um reactor perto de Lisboa - onde há pessoas menos civilizadas em portugal, turistas, trânsito, etc). Eu acho que nunca teriamos o poder dos Russos nesse sentido. Acredito que as pessoas tenham saído ordeiramente de casas, e ido com calma para os autocarros de evacuação. Em Lisboa era tudo ao molho e fé em Deus, estou a imaginar pessoas a mandarem outras para o chão, para poderem entrar num autocarro (que também não iriam existir, ou pegavam fogo a 20 minutos de viagem).Matavamo-nos uns dos outros antes da radiação, né zés?

     /#/ 1440

    Comecei a ver devido a este fio. Obrigado OP, que série do caralho, estou a adorar.

     /#/ 1441

    File: 1558542011318.png (1,02 MB, 1280x720) ImgOps

    >>1439
    >1. Percebi que houve realmente um cientista (aquelas dezenas que a gaja está a representar) que foi preso pelo KBG porque andava a dizer coisas que não devia.
    Eu imagino que tenha realmente acontecido, claro, mas também imagino que tenha sido mais situações de aviso tipo "vocês que se ponham todos no caralho já que o fim do mundo começou na Ucrânia, camaradas", como quando o Legasov foi "testado" pelos camaradas revolucionários do bar do hotel e ele respondeu fortuitamente que não se passava nada. Não creio que a outra puta fosse ser presa por mandar uma médica para o caralho por deixar uma grávida estar em contacto com papa radioactiva.

     /#/ 1444

    >>1439
    A história dos Ignatenko ajuda a demonstrar bem o quanto horrível é morrer de exposição de radiação ao mesmo tempo que traz de volta a componente emocional da série. É terrível ver a pessoa que nós gostamos regurgitar e defecar os próprios orgões sem compreender muito bem aquilo que está a acontecer ao mesmo tempo que a sofre implora que aquilo termine e cheia de medo que a pessoa que cá fica possa ser "contaminada" por essa maldição.

    Se quiserem ler um pouco sobre um caso que aconteceu no japão..

    https://www.google.com/amp/s/icantbelieveitsnonfiction.com/2018/02/14/hisashi-ouchi-and-masato-shinohara/amp/

    (_aquela_ foto não é do caso relatado - suspeita-se que na verdade seja de um caso de Chernobyl, de um dos bombeiros que derreteu a bota ao combater o fogo porque estar demasiado junto do grafite)

     /#/ 1448

    File: 1558562260859.webm (1,04 MB, 1280x720) ImgOps

    >>1444
    Inspiração das cenas do Chernobyl (sim, é real)

     /#/ 1458

    >>1444
    >orgões
    >ões

    É orgãos manos. Desculpem a burrice alheia.

     /#/ 1459

    >>1448
    O que se passa com esse rapaz? Tem autismo?

     /#/ 1460

    >>1458
    É "órgãos" que se diz, maninho.

     /#/ 1467

    File: 1558641504957.jpg (208,38 KB, 876x612) ImgOps

    Quem tiver curiosidade que oiça este podcast. Uma perspectiva Ucraniana do acidente. É muito interessante.
    http://theeasternborder.lv/wp-content/uploads/2016/03/Episode10.mp3

    E leiam este artigo sobre como o Partido fez chover chuva nuclear para evitar que a reacção chegasse a Moscovo. É impressionante.
    https://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/1549366/How-we-made-the-Chernobyl-rain.html

     /#/ 1468

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     /#/ 1469

    >>1468
    >meter citações falsas
    Mas tu pensas que isto é o /b/?

     /#/ 1470

    Danones, tenho umas questões…

    Supostamente eles fecharam aquilo com o sarcofago, e penso que agora em 2017/18 colocaram uma espécie de dome em cima do reactor e partes mais afectadas…

    Alguma vez o sarcofago foi aberto depois do acidente?
    É aberto anualmente ou assim para se ir verificar o estado das coisas lá dentro e se os níveis de radiação diminuiram ou assim?
    Ou aquilo está completamente selado e é impossível?

     /#/ 1471

    File: 1558712048289.jpg (1,63 MB, 3568x2288) ImgOps

    >>1470
    A doma é também chamada de "Novo Sarcófago". O termo em si é mais mórbido do que descritivo. O interior tanto do velho como do novo sarcófago são exploráveis mediante permissões especiais. Não faria muito sentido vedar o sítio a cientistas. Quanto a turistas, isso eu já não sei.

     /#/ 1472

    >>1471
    Gajo que não percebe do assunto aqui. Como estão os níveis de radiação agora e a que distância é permitido viver?
    Aqueles mais 100 anos de radiação estão a ser mesmo assim?

     /#/ 1473

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    >>1472
    Não sei, maninho, eu não percebo muito dessas coisas portanto não arrisco mandar palpites. Eu nem saberia te dizer como é que um reactor RBMK explode. Mas na minha ignorância do assunto digo que acho que exageraram muitíssimo o catastrofismo todo de Chernobil, há muitos cenários do fim do mundo que apregoaram durante anos e anos mas que ultimamente nunca se verificaram e alguns dos potenciais riscos foram também grandemente exagerados, talvez como forma prudente de controlo de danos, enfim, mas mesmo que fosse esse o caso o zelo definitivamente tornou-se propaganda. É um daqueles incidentes que capturaram o imaginário popular mas nada mais além disso. Contaminação por radiação é um risco real dentro do sarcófago não obstante, existem definitivamente muitas balas à solta por lá.

     /#/ 1474

    >>1471
    >>1472
    Pois eu vi um ou dois urban explorers que conseguiram supostamente entrar dentro do sarcofago, mas pensei que fosse meio clickbait. Acho que eles têm umas tours mas não mesmo "dentro" do reactor que explodiu.

    Se vires a série de chernobyl do Exploring Wish Josh (vale a pena), ele explica que há pessoas a viver lá nas aldeias circundantes, e acho que mesmo em Chernobyl (acho), há uma rua com casas e comércio para o pessoal que lá está a trabalhar.

    Esses cientistas que trabalharam na construção da dome, por exemplo, devem ter ficado por lá (digo eu…)

     /#/ 1475

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    Zés,

    Permitam-me a pergunta, o que teria acontecido ao mundo/Europa se tivesse acontecido a tal explosão térmica? (e vamos assumir que os outros 3 reatores iriam explodir com isto)

    E, para além disso, se o combustível nuclear, tivesse contaminado o mar negro?

     /#/ 1476

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    >>1475
    Na série eles presumem que teria implicações apocalípticas e que essencialmente vários países seriam zonas de exclusão nuclear. Duvido muito que exista uma resposta concreta a essa pergunta visto ser um tipo de incidente tão exótico, mas não acredito no cenário sugerido pela série. Os especialistas nem se conseguem decidir no número de mortes indirectas causadas pelo incidente, até o caso do cloud seeding para impedir que chuva radioactiva caísse em Moscovo alguns presumem que "MATOU MILHARES DE PESSOAS ;_;" mas tanto quanto eu sei, os dados não existem ou são sempre abafados com uma retórica política meia parva como "o partido lixou os dados todos como controlo de danos", como se isto fosse suposto validar a hipótese inicial dos supostos milhares de mortos. Há muito histerismo em volta deste incidente.

     /#/ 1477

    >>1476
    Os cientistas apontam sempre para o pior cenário possível e joga-se a partir daí. Não há razão nenhuma para acreditar que o pior podia ter acontecido pois é necessário uma série de passos acontecer até chegar lá sem que houvesse intervenção humana para os tentar parar. Mas que parece possível o cenário que descreveram, pelo menos a mim eu consigo imaginar. Mas eu não percebo nada disto, só segui a lógica que explicaram. Mas a probabilidade que tal acontecesse seria enorme. Tal como eles meteram o mineiros a escavar aquilo como precaução e spoilers spoilers: nem foi preciso, nunca chegou a derreter o subsolo, muitos mineiros morreram para nada. Por isso é como digo, o potencial para tal seria teoricamente catastrófico, mas para tal teríamos de eliminar o factor da intervenção humana.

     /#/ 1478


     /#/ 1479

    >>1478
    >?fbclid=IwAR0BvreEmaZmdKMOqXtq6Gs7L5uSu5JpWDl4ClOKT10tavjlQFCVynZoFD8
    Mano, tem atenção com o que postas. Esses facebook ids são um nojo. Elimina isso sempre da hiperligação.

     /#/ 1480

    Zés, anon que não percebe nada disto again.

    Estive a ler umas cenas, e vi que os cigarros são considerados radioativos: https://www.epa.gov/radtown/radioactivity-tobacco

     /#/ 1481

    >>1480
    O sol também é radioactivo mano

     /#/ 1482

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    >>1480
    Merda, carreguei enviar sem colocar a minha questão:
    Se um fumador tomar comprimidos de iodo, previne alguma coisa?

     /#/ 1499

    File: 1559044302288.png (2,07 MB, 1920x1080) ImgOps

    bump

     /#/ 1502

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    NA UNIÃO SOVIÉTICA, O PAN VOTA EM TI!

     /#/ 1503

    >>1502
    nooooooooooooooooooooooooooooo

     /#/ 1505

    File: 1559060485333.jpg (1,2 MB, 1920x1080) ImgOps

    >comparar matar animais a matar pessoas
    >insinuar que foi tudo para nada
    Eu acho que odeio o director da série.

     /#/ 1507

    File: 1559089912477.png (30,66 KB, 631x493) ImgOps

    >>1505
    A malta no /tv/ parece convencida que o director é o responsável por salvar a série. E olhando aos trabalhos passados do guionista, isso até parece plausível. Isto já agora explica várias inconsistências sobre a série.

     /#/ 1508

    >>1482
    Não, porque o que te mata no tabaco é a agressão direta do fumo nos pulmões e não a radiação ionizante

     /#/ 1509

    ►YouTube embutido, clica para ver.
    Vejam este vídeo sobre a limpeza do telhado com os biorobôs. E se quiserem mais filmagens históricas com comentários de quem lá trabalhou, vejam este canal:
    https://www.youtube.com/channel/UCd5ODiYRt4y5G8iscMZtIeQ/videos

     /#/ 1524

    File: 1559501096111.png (3,25 MB, 4287x3378) ImgOps

    Estamos a chegar ao fim da mini-série portanto vou aqui deixar o que já tinha publicado no /tv/ para poderem ver/ler e entreterem-se antes do finale na segunda-feira.

    Elephant's Foot localizado no Hall 217 do Reactor No. 4 em 2009:

    https://youtu.be/NkwEfbIBnDU [Embutir] [Embed]

    Níveis de contaminação da cave do Hospital 126 de Pripyat em 2017:

    https://www.youtube.com/watch?v=C4g3FkXUhx0 [Embutir] [Embed]

    Exploração do Reactor No. 2 da Central Nuclear de Chernobyl:

    https://www.youtube.com/watch?v=Oe_zzTQFV3o [Embutir] [Embed]

    Vídeos e audios gravados na altura do desastre de Chernobyl em 1986:

    https://www.youtube.com/watch?v=Cc-vvhWXL9Q [Embutir] [Embed]

    Fotos históricas compiladas por Andrew Leatherbarrow autor do livro Chernobyl 01:23:40:

    https://imgur.com/a/TwY6q

    Battle at Chernobyl - Documentário Francês produzido pela Discovery Channel:

    https://www.youtube.com/watch?v=p5GTvaW34O0 [Embutir] [Embed]

    Zero Hour: Disaster at Chernobyl - Documentário Britânico produzido pela Discovery Channel:

    https://www.youtube.com/watch?v=ITEXGdht3y8 [Embutir] [Embed]

    Chernobyl 3828 - Documentário Ucraniano realizado por Sergei Zabolotnyy:

    https://www.youtube.com/watch?v=jV45AFCwcUc [Embutir] [Embed]

    Desastre de Kyshtym, a cidade de Chelyabinsk-40 e a poluição do Lago de Karachay:

    https://www.youtube.com/watch?v=SQCfOjhguO0 [Embutir] [Embed]

    Demonstração de ARS nos pacientes Hisashi Ouchi e Masato Shinohara depois do Acidente Nuclear de Tokaimura:

    https://answeringthemysteries.blogspot.com/2019/04/the-tokaimura-nuclear-accident-and-who.html

    Acidente de Criticalidade de Cecil Kelley no Laboratório Nacional de Los Alamos em 1958:

    https://en.wikipedia.org/wiki/Cecil_Kelley_criticality_accident

     /#/ 1525

    >>1524
    Bacaníssimo, maninho. Vou-me entreter com isso.

     /#/ 1526

    File: 1559576214164.gif (1,95 MB, 352x198) ImgOps

    Data do último episódio:

    3/6

     /#/ 1527

    Foda-se que final!

     /#/ 1529

    MENTIRAS CONSEGUEM DERRETER VIGAS DE AÇO

     /#/ 1530

    File: 1559669829723.jpg (239,68 KB, 800x460) ImgOps

    >>1524
    Obrigado, Zé.

    Não tens as memórias do Legasov?

    Já agora:
    Não vejam o Chernobyl Diaries, fui à confiança, nem li sinopse nem nada, pensei que fosse relatos dos sobreviventes. Ya… Ursos radiativos e o caralhinho. Escarro

     /#/ 1531

    Foda-se, curti uma parga deste final.
    Muito obrigado /t/ por esta série

     /#/ 1532

    File: 1559676854138.png (3,58 MB, 3341x1913) ImgOps

    Pois é meus caros, acabou; apesar de ter lido bastante acerca do desastre, quando criei este fio nem eu fazia ideia do tamanho colossal da estúpidez envolvida naquilo, a série realmente fez um excelente trabalho a explicar o que realmente se passou.
    Tudo o que é bom tem que acabar, agora é deixar aqui os pensamentos acerca do show e esperar pelo próximo.

    Ah,e nunca se esqueçam, um reator RBMK não explode, é impossível!

     /#/ 1533

    File: 1559678882074.jpg (1,32 MB, 1920x1080) ImgOps

    HMMM! É quase como se um judeu tivesse escrito esta série!

    Enfim, tenho pena que a série tenha acabado. Sólido 7.5/10, não é terrível mas também não é óptimo, para mim mas com a contingência que isto é ficção histórica e não uma dramatização dos factos históricos. Acho que mais uns episódios teriam feito bem à série, queria ter visto mais vulcões de corium e outras coisas que também aconteceram. Mas pronto, foi bom enquanto durou, não se aprende muito além de UNIÃO SOVIÉTICA MÁ mas também isto não é o tipo de programa cuja missão seja uma reencenação rigorosa e minuciosa do incidente em Chernobyl, é apenas baseado um incidente que capturou espectacularmente o imaginário popular reimaginado pelo guionista narigudo do Scary Movie 4. Mais episódios e um guionista mais capaz teriam produzido um absoluto clássico, os actores nesta série fizeram todos um trabalho fenomenal e o realizador também fez um bom trabalho com o enredo que tinha para trabalhar.

     /#/ 1534

    File: 1559678920265.jpg (155,71 KB, 1376x1011) ImgOps

    >>1532
    Vou sentir a falta da Core-chan.

     /#/ 1535

    >>1534
    o /c/ não é safe for work?

     /#/ 1536

    >>1535
    É. Já antes disto tinha também postado arte mais arriscada que os fãs criaram e o móde/ademim acharam bem apagar. Realmente foi novamente um deslize da minha parte. Se eles entenderem apagar, que apaguem.

     /#/ 1537

    >>1530
    O RT publicou um documentário sobre o Legasov. Mas as cassetes, mesmo que sejam públicas, provavelmente estariam em russo.

    Aqui fica o documentário se quiseres ver:

    https://www.youtube.com/watch?v=PpvvccmG2dE

     /#/ 1538

    >>1536
    Se o post é teu, apaga tu, oh mouro.
    Se já no passado tinhas feito isso, ainda levas um ban pequeno de aviso kekekek insinuando que o admin dá uma foda e que serias banido por tão pouco

     /#/ 1581

    >>1530
    Toma lá. Consegui encontrar.

    http://www.pseudology.org/razbory/Legasov/00.htm

    Google Tradutor nisso.

     /#/ 1585

    >eles não sabem que fukushima está a ser bem pior que chernobyl e está literalmente a acontecer neste momento e ninguém fala sobre o assunto
    hahahahahhahahahahahhah

     /#/ 1588

    File: 1560498980399.webm (850,81 KB, 1280x640) ImgOps

    >>1585
    >comparar o derretimento de um reactor nuclear com uma explosão de vapor que libertou todos os isótopos radioativos na atmosfera

    Podias ser menos burro e ler um bocadinho primeiro.

     /#/ 1589

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    >>1585
    Eu também tinha ideia de que Fukushima tinha sido pior, mas corrigiram-me neste fio e estive a ler sobre isso. Embora os dois acidentes não sejam de todo incomparáveis, Chernobyl foi bem pior porque houve o derretimento do reactor e explosão deste que espalhou detritos radioactivos pela zona. Não são incomparáveis, mas um foi claramente pior.



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